A mamografia digital representa um avanço relevante no diagnóstico precoce do câncer de mama. De acordo com Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, essa tecnologia oferece imagens mais nítidas e maior capacidade de análise, o que amplia a precisão diagnóstica, especialmente em mamas densas ou diante de alterações sutis.
A tecnologia digital também permite ajustes de contraste e ampliação de áreas específicas, facilitando a interpretação médica. Enquanto a mamografia convencional utiliza filmes radiográficos para registrar as imagens, a versão digital armazena os dados em formato eletrônico, oferecendo vantagens significativas em qualidade, análise e armazenamento. Conhecer as particularidades de cada método contribui para acompanhar as recomendações médicas e os avanços na área.
Mamografia digital: Tecnologia a favor da precisão
Na mamografia digital, sensores eletrônicos captam as imagens da mama e as convertem em arquivos digitais armazenados em sistemas informatizados. Segundo Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, essa tecnologia proporciona maior detalhamento das estruturas internas, favorecendo análises mais minuciosas.

O formato digital permite ajustes de brilho, contraste e ampliação mesmo após a captura da imagem. Dessa forma, áreas suspeitas podem ser avaliadas com mais precisão, tornando alterações discretas mais perceptíveis durante a análise. Outro benefício importante é a facilidade de armazenamento e compartilhamento das imagens.
Mamografia convencional: Método tradicional
A mamografia convencional registra as imagens em filmes radiográficos após a exposição aos raios-x. Conforme explica Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, esse método foi fundamental durante décadas e desempenhou papel decisivo no rastreamento do câncer de mama. Entretanto, o sistema convencional não permite ajustes posteriores à captura da imagem.
Caso haja alguma imperfeição técnica, pode ser necessária a repetição do exame, o que pode gerar desconforto adicional para a paciente. Além disso, o armazenamento em filme físico dificulta o acesso, o arquivamento e a comparação com exames anteriores. Embora ainda seja utilizada em algumas unidades de saúde, essa técnica apresenta limitações em relação à praticidade e à análise evolutiva.
Qualidade de imagem e capacidade de detecção
A qualidade da imagem é uma das principais diferenças entre os dois métodos. Como destaca Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, a mamografia digital oferece melhor nitidez e contraste, favorecendo a identificação de lesões pequenas. A possibilidade de ajustes técnicos após a captura permite destacar regiões específicas para avaliação detalhada, o que pode contribuir para a detecção precoce.
Já na mamografia convencional, a qualidade final depende do filme e do processo de revelação, fatores que podem interferir no resultado. Nesse contexto, o método digital apresenta vantagens importantes ao proporcionar maior controle sobre a análise das imagens.
Conforto e exposição à radiação
O conforto da paciente também deve ser considerado. A mamografia digital tende a exigir menos repetições de imagem, tornando o procedimento mais ágil e reduzindo o desconforto. Além disso, os equipamentos digitais utilizam doses de radiação controladas, priorizando a segurança sem comprometer a qualidade diagnóstica.
Segundo Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, a tecnologia atual busca equilibrar eficiência e proteção à paciente. Na mamografia convencional, eventuais falhas técnicas podem demandar nova exposição aos raios-x, o que pode prolongar o exame. Assim, a versão digital se destaca pela praticidade e otimização do processo.
Qual método escolher?
A escolha entre mamografia digital e convencional depende da avaliação médica e da disponibilidade do serviço. Ambas as técnicas são eficazes no rastreamento do câncer de mama; contudo, a versão digital oferece vantagens tecnológicas relevantes. Por fim, a possibilidade de armazenar e comparar exames ao longo dos anos facilita o acompanhamento preventivo e aprimora o controle evolutivo. A transição para a mamografia digital representa, portanto, um avanço significativo na prevenção, reforçando a importância do diagnóstico precoce e do cuidado contínuo com a saúde mamária.
Autor: Boris Ivanovich